terça-feira, 22 de março de 2011

Orientações

Pessoal das 2a. séries A e B,

Acabei de pedir para alguns alunos entregarem a atividade corrigida, mas como foi fora de minha aula não pude orientá-los de forma adequada.
Todos os alunos têm direito (mas não é obrigatório) a reescrever a atividade com base na correção feita, contanto que prestem atenção a 3 pontos:
  • É obrigatório a entrega na atividade original junto à refeita.
  • Valerá a última nota, e não a mais alta.
  • Entrega na quinta-feira, dia 24.
Aguardo as atividades.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Desculpas

Esta semana começou ultra corrida: atividades para corrigir, provas para formular e questões pessoais a resolver. Espero conseguir trazer alguma coisa interessante para vocês nos próximos dias.
Espero que entendam.

Abraços a todos.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Uma senhora sugestão

Por conta do post recomendando textos e artigos sobre o contexto árabe (especialmente do norte da África), o aluno da 3a. série, Gabriel, sugeriu um blog chamado The Arabist.
Segundo Gabriel, trata-se de um
blog em língua inglesa mantido por dois jornalistas, Issandr El Amrani e Steve Negus. O primeiro é um Freelancer marroquino, que vive boa parte de seu tempo no Egito e é geralmente associado à revista The economist quando o assunto é mundo árabe, e o segundo um ex correspondente do Financial Times para o Iraque.

Bons blogs como o The Arabist devem ser valorizados, independente se você concorda ou não com as ideias professadas. Um olhar a mais é sempre bem vindo.



A lingua é um limitante? De certo modo é, mas também é uma forma interessante de treinar seu idioma estrangeiro!

quarta-feira, 16 de março de 2011

Um exercício

Estava procurando por boas questões e me deparei com esta aí.

UFRJ - 2008


A charge "Um cadáver", de J. Carlos, foi publicada em 1918. Nela, a Germânia diz: "E agora, meu filho?... Quem paga essas contas?" (Cadáver: gíria da época para credor, cobrador).
Entre 1914 e 1918, o mundo esteve envolvido de forma direta ou indireta em sua Primeira Grande Guerra. O quadro pós-conflito foi definido pelos países vencedores - Inglaterra, França e EUA - , tendo sido a Alemanha considerada a principal responsável pelo conflito.
Apresente duas determinações do Tratado de Versalhes (1919) que tiveram fortes repercussões para a economia alemã no pós- 1a. Guerra.

Alguém arrisca uma resposta? 
 
Dica: sei que parece bobo, mas explique para si mesmo a piada. Veja se compreendeu a ironia contida na charge e como ela se relaciona com a questão.

terça-feira, 15 de março de 2011

Imagens de impacto

O Prof. Paulo, de geografia, me enviou por e-mail um link com fotos da catástrofe do Japão. Na busca do "melhor" ângulo os jornais mundo afora estão fazendo todo tipo de cobertura possível do terremoto+tsunami+acidente nuclear. O New York Times pensou, então, em olhar de cima, montando um painel com fotos de satélite. A conclusão é inevitável: a situação é alarmente independente de onde se olha. E a julgar pelos números deve piorar um pouco mais nos próximos dias.

Imagens AQUI.



Meu sincero pesar aos japoneses e seus descendentes que vivem, agora angustiados, no Brasil.



Atualização:
Gabriel, aluno da 3a. série, enviou (via comentários) o link para fotos da National Geografic. As fotos seriam lindas se não fossem trágicas.

Imagens AQUI.

Exercício

A questão abaixo fez parte do ENEM de 2009 e serve bem para relembrarmos o que foi visto até o momento nas aulas da 2a. série do EM.
O tráfico de escravos em direção à Bahia pode ser dividido em quatro períodos:
1 – O ciclo da Guiné durante a segunda metade do século XVI;
2 – O ciclo de Angola e do Congo no século XVII;
3 – O ciclo da Costa da Mina durante os três primeiros quartos do século XVIII;
4 – O ciclo da Baía de Benin entre 1770 e 1850, estando incluído aí o período do tráfico clandestino.
A chegada dos daomeanos (jejes) ocorreu nos dois últimos períodos. A dos nagô-iorubás corresponde, sobretudo, ao último. A forte predominância dos iorubás na Bahia, de seus usos e costumes, seria explicável pela vinda maciça desse povo no último dos ciclos.
(VERGER, Pierre. Fluxo e refluxo do tráfico de escravos entre o golfo do Benin e a Bahia de Todos os Santos: dos séculos XVII a XIX. Tradução de Tasso Gadzanis. São Paulo: Corrupio, 1987. p. 9. com adaptações)
Os diferentes ciclos do tráfico de escravos da costa africana para a Bahia, no Brasil, indicam que

(A) o início da escravidão no Brasil data do século XVI, quando foram trazidos para o Nordeste os chamados “negros da Guiné”, especialistas na extração de ouro.
(B) a diversidade das origens e dos costumes de cada nação africana é impossível de ser identificada, uma vez que a escravidão moldou os grupos envolvidos em um processo cultural comum.
(C) os ciclos correspondentes a cada período do tráfico de diferentes nações africanas para a Bahia estão relacionados aos distintos portos de comercialização de escravos.
(D) o tráfico de escravos jejes para a Bahia, durante o ciclo da Baía de Benin, ocorreu de forma mais intensa a partir do final do século XVII até a segunda metade do século XVIII.
(E) a escravidão nessa província se estendeu do século XVI até o início do século XVIII, diferentemente do que ocorreu em outras regiões do País.

Está aberta a temporada de respostas! Mas é necessário justificar sua resposta.

Dica: boa parte da questão é compreenção do texto, portanto controle a vontade louca de responder rapidamente!

Imperdível!!!

Para quem mora perto do Parque da Independência é praticamente obrigatório, mas ainda é imperdível mesmo para quem está um pouco mais longe.
Sábado, dia 19, tem apresentação da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP). O programa? A melhor orquestra do Brasil e uma das melhores do mundo só vai tocar um dos maiores (e mais populares) clássicos da música instrumental: a 9a. Sinfonia de Beethoven e com o Coral.
Quanda o OSESP toca a 9a. os ingressos da Sala São Paulo esgotam em um ou dois dias. Agora vai ser ao ar livre e de graça.


OSESP no Parque da Independência
Sinfonia nº 9 em Ré Menor, Op.125 – Coral

19 de março, sábado, às 18h30





P.S. Eu não me conformo que estarei fora e não poderei assistir a apresentação.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Um gabarito

Mayara, aluna da 3a. série, me procurou há alguns dias pedindo as respostas dos exercícios do livro. Naquela ocasião eu não tinha em mãos e depois parece que ela e eu nos esquecemos do assunto. Como me lembrei disso agora, seguem as respostas dos testes do fim do capítulo sobre a Primeira Guerra Mundial (cap. 1, un. 5, p. 422-423) que, espero, ajudem a todos.

As questões 1, 2 e 3 são discursivas e, caso haja dúvidas, me procurem em sala.
4. B
5. C
6. B
7. A

Para não ficar por fora!

A situação no norte da África parece não ter solução a curto prazo. Como já comentei em post anteriores, é importante se manter bem informado a respeito (e não importa se você é vestibulando ou não!). Para quem já está cansado de notícias diárias ou semanais com muita informação "picada" e pouca análise de fôlego sugiro os dois textos abaixo, da edição n. 43, de fevereiro, da(o) Le Monde Diplomatique Brasil.

O levante vitorioso na Tunísia
por El Alaoui Hicham Ben Abdallah
Imprevisível, sem uma real liderança política, unidos pela internet num tipo de comunicação que o regime não previra. Os trunfos do levante mostram agora sua debilidade: ausência de liderança, programa político ou capacidade de dirigir a sociedade após a derrocada de Ben Ali.



As contradições da Argélia

por Kader A. Abderrahim
Até os anos 1990, o “modelo argelino” se articulava em torno de três pilares: educação para todos, acesso gratuito à saúde e garantia de pleno emprego, em empresas estatais. O estado de guerra contra grupos armados islamitas e as sequelas políticas de ajuste estrutural precipitaram o desmoronar desse sistema

Observem os nomes dos autores, não são meros observadores externos. Apesar de sediados na França, ambos possuem ligações profundas com o mundo árabe.
El Alaoui Hicham Ben Abdallah é pesquisador no Instituto de Estudo Político de Aix-en-Provence, ligado ao Instituto de Pesquisas e de Estudos sobre o Mundo Árabe e Muçulmano, enquanto Kader A. Abderrahim é pesquisador do Instituto de Relações Internacionais e Estratégicas.
Boa leitura!



P.S. Não encontrei os créditos da imagem acima.

Pense nisso!

Comércio mundial de armas cresce 24% em 5 anos 

A notícia acima baseia-se no relatório redigido por uma organização sueca chamada SIPRI (Instituto Internacional de Estudos para a Paz de Estocolmo, na sigla em inglês) que, entre outras coisas, monitora a trasferência de armas no mundo: quem vende e quem compra dentro da legalidade.
Quem preferir treinar um pouco o inglês pode ler o relatório AQUI, ou dar uma olhadinha nos tópicos abaixo.
(Desconfio que o jornalista da Folha só leu estes tópicos para fazer a matéria)

  • The average volume of worldwide arms transfers in 2006–10 was 24 per cent higher than in 2001–2005.
  • The major recipient region in 2006–10 remained Asia and Oceania (43 per cent of all imports), followed by Europe (21 per cent), the Middle East (17 per cent), the Americas (12 per cent) and Africa (7 per cent).
  • The four largest importers of conventional weapons in 2006–10 are located in Asia: India (9 per cent of all imports), China (6 per cent), South Korea (6 per cent) and Pakistan (5 per cent). These states have imported, and will continue to take delivery of, a range of major conventional weapons, in particular combat aircraft and naval systems.
  • The USA remains the world’s largest exporter of military equipment, accounting for 30 per cent of global arms exports in 2006–10. During this period, 44 per cent of US deliveries went to Asia and Oceania, 28 per cent to the Middle East and 19 per cent to Europe.


3 comentários rápidos:
  1. Reparem as inúmeras relações internacionais e geopolíticas que podemos traçar com base neste relatório.
  2. E nem estamos falando do Senhor das Armas!
  3. Sou só eu ou falar em paz mundial fica um pouco ridículo diante destes dado?