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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Simulando...


Eu não tenho certeza o quanto é positivo realizar provas. Quero dizer que avaliações como forma de medir ou verificar a aprendizagem são necessárias, mas tenho dificuldade em aceitar um número muito grande de provas e testes quase semanais realizados por alguns colégios e cursinhos. No entanto, quando se trata de vestibular e ENEM considero importante você simular não só a prova em si, mas o ambiente, o tempo necessário, a expectativa. Afinal, tudo isso vai contar no dia D.

Então, lá vai uma oportunidade de você simular seu ENEM na faixa (sim, de graça!) e em casa.

'Estado’ e Geekie lançam simulado do Enem online com boletim personalizado
Inscrições gratuitas estão abertas até 5 de outubro e provas serão aplicadas nos dias 6 e 7; aluno saberá quais são seus pontos fracos

Nos dias 6 e 7 de outubro, na reta final de preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio, estudantes de todo o País terão um aliado inovador: o “Pré-Enem”, simulado gratuito online com questões inéditas que entregará boletins personalizados indicando temas que o candidato deve revisar para melhorar o desempenho. O serviço é resultado de uma parceria entre o Estado e a Geekie, startup de tecnologia aplicada à educação. As inscrições já podem ser feitas pelo site www.geekie-estadao.com.br, até 5 de outubro.
O exame, criado por professores de ensino médio e de cursinhos, seguirá a metodologia da Teoria da Resposta ao Item (TRI), a mesma do Enem, que dá pesos diferentes a questões segundo seu grau de dificuldade. Assim, o candidato poderá estimar seu nível de preparo no mesmo padrão do exame oficial (veja infográfico abaixo).
O aluno terá acesso ao Simulado Enem 2012 Geekie+Estadão no mesmo site da inscrição nos dias 6 e 7, um fim de semana. O estudante pode escolher o horário em que vai iniciar a prova. O acesso estará liberado das 6 horas às 23h59, nos dois dias. O aluno terá quatro horas e meia para fazer o exame, sem interrupções.
No sábado serão 90 questões de Ciências Humanas e de Ciências da Natureza e, no domingo, mais 90 itens, de Linguagens e Códigos e de matemática. Não haverá prova de redação.

+ Info AQUI


Eu, particularmente, gostei muito da proposta. Se algém for se inscrever, por favor, depois me conta como foi!

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Ah, os rankings

Quem acompanha o blog já leu outros comentários sobre rankings de Universidades (AQUI). Essas listagens são bem comuns entre os países de língua inglesa e também entre europeus. De uns tempos para cá os chineses também entraram nessa de "ranquear" as instituições de ensino superior. Há quem diga que é um bom instrumento para auxiliar a escolha dos jovens e até mesmo para estimular as instituições a melhorar seus índices. Eu sou um pouco cético e tenho um pé atrás com qualquer lista, desde os 10 maiores guitarristas de todos os tempos até as 100 melhores universidades do mundo.

Em todo caso, o jornal Folha de S. Paulo, que adora um ranking (basta lembrar das reportagens sobre o ENEM), montou uma equipe para criar o RUF: Ranking Universitário Folha. Reuniram alguns especialistas em avaliação, consultores de recrutamento, índices do Governo (como Capes e CNPq) e montaram uma mega lista com as universidades. Mas prestem atenção, apenas as UNIVERSIDADES. Segundo o MEC, são universidades aquelas instituições que possuem Graduação e Pós-Graduação em diversas áreas do conhecimento e ao menos 33% dos professores com título de Doutor. Portanto, o ranking lista 191 instituições consideradas universidades.

O que mais me chamou a atenção entre todos os critérios de avaliação foi a "avaliação pelo mercado". Atualmente o todo poderoso mercado tem sido o fiel da balança na hora da escolha de muitos jovens. Mas é muito complicado tanto escolher uma carreira tendo em vista a contratação futura do profissional assim como medir a aceitação dos contratadores diante de um diploma de X ou Y. Qual foi a saída?
"(...) Indicadores de reputação no mercado de trabalho e de qualidade de ensino foram desenvolvidos a partir de entrevistas feitas pelo Datafolha com pesquisadores e com executivos de Recursos Humanos."
Por que achei curioso? Bom, os outros critérios são velhos conhecidos - qualidade de ensino, inovação e pesquisa acadêmica -, mas esta "fama" creio que seja inédito. E como o RUF permite criar rankings especiais, você pode ver, por exemplo, a Universidade Presbiteriana Mackenzie ocupar a 31a. posição na listagem geral, mas subir para 11a. posição quando se trata de aceitação do mercado.


Para os muito preguiçosos, um resuminho beeeeem básico:

  • A primeira colocada é a USP
  • A melhor instituição privada no ranking é a PUC-Rio (Jesuíta), em 13o. lugar
  • Das 30 primeiras universidades, apenas 3 NÃO são públicas (federais ou estaduais)
  • Para quem mora em São Paulo (atenção, não é bairrismo!), as públicas paulistas estão no TOP 20, com exceção da recém criada UFABC, em 45o. lugar


Creio que vale uma fuçadinha...

+ AQUI

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

FUVEST 2013: inscrições abertas!

Pessoal interessado em entrar na USP ou em Medicina na Santa Casa, atenção com o calendário.
Começam hoje, dia 24 de agosto, as inscrições para o Vestibular 2013!!



Organize-se:
Manual do candidata AQUI.
24/08 a 10/09 - Inscrições
14 a 19/10 - Provas de Habilidades Específicas antecipadas das carreiras de Música São Paulo e Artes Visuais. 
05/11 - Divulgação das listas de aprovados nas Provas de Habilidades Específicas antecipadas de Música (São Paulo) e Artes Visuais.
19/11 - Divulgação dos locais de exame da 1ª fase.
25/11 - Prova da 1ª fase da FUVEST.
17/12 - Divulgação da lista de convocados e dos locais de exames da 2ª fase.
06 a 08/01 - Provas de 2ª fase da FUVEST.
09 a 11/01 - Provas de Habilidades Específicas.
02/02 - Divulgação da 1ª chamada.


Quem preferir imprimir o calendário oficial AQUI.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Mais apostas em seu futuro

Até parece que hoje é o dia de pensar no futuro profissional! O que parece coincidência é apenas resultado dos calendários. Como em breve começarão a pintar as inscrições para vestibulares, as universidades e a imprensa em geral estão soltando orientações as mais diversas. Pode não parecer, mas todo mundo quer que você acerte em cheio em sua escolha.
A UNESP lançou um material bem interessante para auxiliar na escolha da carreira. Por mais que seja um pouco voltado para os cursos desta universidade, ainda assim vale a pena dar uma olhada nos podcasts especialmente preparados. Sim, isso mesmo, podcasts. O pessoal desta universidade paulista preparou uma série de entrevistas em áudio para você poder ouvir a respeito das mais diversas profissões.
O Guia de Profissões em Áudio traz entrevistas com responsáveis pelas carreiras de graduação oferecidas pela Universidade. O material foi desenvolvido para ajudar estudantes que estão terminando o ensino médio e que ainda têm dúvidas em relação à carreira que seguirão.
Entre no site do Podcast Unesp e procure por Guia de Profissões no canto esquerdo. Então, selecione a área (Biológicas, Exatas ou Humanas).

Espante a preguiça que nem ler é necessário!


Mais informações, procure no Guia de Profissões da Vunesp.

Apostas para o seu futuro

Quem já fez teste vocacional sabe como funciona: muitas perguntas e poucas respostas. Na verdade, ninguém vai te dizer o que fazer simplesmente por que não dá para outra pessoa escolher por você. Então, o jeito é ficar provocando sua reflexão.
Eu vi recentemente este teste do Guia do Estudante, chamado Máquina de Profissões.


Não sei se é útil, mas é divertido. Ou, pelo menos, foi divertido para mim. Minha profissão não apareceu, mas senti meu ego (tenho perfil de líder! Oh!) ser massageado e sugeriu-se carreiras bem legais (e que admiro) como jornalismo, psicologia, assistente social e biblioteconomia.

Façam e me contem o que deu!!

quarta-feira, 18 de abril de 2012

De olho no calendário

Todo começo de ano é a mesma história: os vestibulares informam seus calendários. Portanto, para nós só sobra planejar bem o resto do ano.
Veja se algum destes vestibulares lhe interessa e trate de fixar na porta da geladeira.

Fuvest
1/8 – Divulgação do Manual do Candidato
24/8 – Início do período de inscrições

10/9 – Último dia para inscrições

14 a 19/10 – Provas de habilidades específicas antecipadas das carreiras de Música (em São Paulo) e Artes Visuais

5/11 – Divulgação das listas de aprovados nas provas de habilidades específicas antecipadas de Música (em São Paulo) e Artes Visuais
19/11 – Divulgação dos locais de exame da 1.ª fase
25/11 – Exame da 1.ª fase

17/12 – Divulgação da lista de convocados e dos locais de exames da 2.ª fase

6 a 8/1/2013 – Provas da 2.ª fase
9 a 11/1/2013 – Provas de habilidades específicas

2/2/2013 – Divulgação da 1.ª chamada de convocados


Unicamp
20/8 a 14/9 - Período de inscrições

11/11 - Prova da 1.ª fase

13 a 15/1/2013 - Provas da 2.ª fase
21 a 24/1/2013 - Provas de habilidades específicas

4/2/2013 - Divulgação da lista de aprovados em 1.ª chamada


Unesp
17/9 - Início do período de inscrições

11/10 - Fim do período de inscrições

18/11 - Prova da 1.ª fase

4/12 - Divulgação dos aprovados para a 2.ª etapa

9 a 15/12 - Provas de habilidades específicas para cursos da capital e de Bauru
16 e 17/12 - Provas da 2.ª fase

28/1/2013 - Divulgação da lista de aprovados em 1.ª chamada

5 e 6/2/2013 - Matrícula dos aprovados na 1.ª lista


Unifesp
1.ª prova - Enem (data a ser divulgada pelo Inep/MEC)

13 e 14/12 - Provas de conhecimentos específicos

30/1/2013 - Divulgação dos resultados

7/2/2013 - Matrícula dos aprovados em 1.ª chamada


PUC-SP
28/10 - Início do período de inscrições

22/11 - Fim do período de inscrições

2/12 - Prova
18/12 - Divulgação do resultado


PUC-Campinas
30/11 e 1/12 - Provas
12/12 - Divulgação do resultado



Agora só falta ter certeza de qual curso você quer...

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Literatura e Vestibular

Literatura no vestibular sempre dá um frio na barriga, especialmente para aquelas pessoas que não são muito chegadas na leitura. Em todo caso, não basta só ler, é necessário também aprofundar a compressão sobre as obras e os autores. É aí que entram as aulas de literatura. Ou seja, não tenho nada a ver com isso!


MAS... fica uma sugestão para aprofundamento: um projeto bem interessante da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo chamado A Hora e a Vez do Vestibular que todo ano oferece aulas específicas sobre cada livro da FUVEST e Unicamp nas Bibliotecas Públicas.
Na do Ipiranga, a Biblioteca Roberto Santos, temos neste semestre as seguintes aulas ministradas pelo professor Cláudio Rosa:


Horário: 14h

Abril
    Dia 18 - Viagens na Minha Terra (Almeida Garrett)
    Dia 25 - Memórias de um Sargento de Milícias (Manuel Antônio de Almeida)

Maio
    Dia 2 - Memórias Póstumas de Brás Cubas (Machado de Assis)
    Dia 9 - O Cortiço (Aluísio Azevedo)
    Dia 16 - A Cidade e as Serras (Eça de Queirós)
    Dia 23 - Vidas Secas (Graciliano Ramos)
    Dia 30 - Capitães da Areia (Jorge Amado)

Junho
    Dia 6 - Sentimento do Mundo (Carlos Drummond de Andrade)




Programe-se!

terça-feira, 20 de março de 2012

Que fazer do meu futuro?

Esta talvez seja a pergunta mais frequente quando se está no Ensino Médio, às vésperas do encerramento da fase escolar. E justamente por ser inevitável é que esta pergunta merece toda a atenção do mundo.
Quase por acaso li um artigo (ou texto, ou crônica, ou desabafo, sei lá) de Jotagá Crema, no Catraca Livre. O texto é muito bom, em especial porque vai direto ao ponto, sem grandes rodeios ou sutilezas, contando como uma lógica um tanto torta o levou a um curso universitário que não condizia com suas expectativas de futuro.
Merece uma leitura atenta!
Como desisti da Escola Politécnica
por Jotagá Crema, publicado na Folha de S.Paulo

Em 2002, comecei a cursar engenharia na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Tinha passado os últimos dois anos do colegial obcecado por notas e vestibular.
O colégio onde fiz o ensino médio, o Agostiniano Mendel, estimulava os alunos a estudarem para as provas através de rankings de classificação, que serviam para definir em qual sala cada um ficaria.
Entrei completamente no jogo. Raramente conversava com amigos fora do colégio, saía pouco, dificilmente pesquisava assuntos não relacionados ao vestibular -sentia culpa por estar perdendo um tempo precioso. Fiz uma lista de livros e filmes que poderia ler e assistir quando finalmente passasse no vestibular.
Não sabia qual curso escolher. Meu melhor amigo tinha um primo engenheiro com um belo emprego corporativo. Como eu era bom em exatas, por que não garantiria uma carreira promissora?
(CONTINUA)

quinta-feira, 1 de março de 2012

A eterna notícia: ENEM

Há algum tempo entrei em uma polêmica com um (agora) ex-aluno sobre o ENEM. Ele, um severo crítico do exame. Eu, um cauteloso, mas sincero defensor do "dito cujo". A verdade é que, passa o tempo, porém o ENEM não sai dos jornais, seja por sua importância, seja por suas polêmicas.
Por isso...
FIQUE ATENTO!!!

Esta é a notícia da vez:

Governo mudará correção de redações do Enem
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, defendeu nesta quinta-feira que as redações do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) passem por mudanças no critério de correção, garantindo mais objetividade e segurança aos alunos. Conforme informou ontem o jornal O Estado de S.Paulo, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão que cuida do Enem, discute internamente mudanças na correção das redações. Uma das possibilidades é, no caso de discrepância das notas do primeiro e do segundo corretor, a redação ser levada a uma banca com três especialistas.
(Leia a notícia toda AQUI)
Antes que digam "pô, mas já vai ter mudança de novo!?", é bom reparar que a alteração é necessária e viria para melhor (pelo menos em tese). A correção das redações trouxe tantos problemas que teve um estudante do Rio de Janeiro que entrou na justiça após receber o resultado dos três corretores: 800 (do primeiro corretor), 0 (do segundo) e 440 (do terceiro). Ou seja, realmente carece de revisão dos critérios.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Ah, a FUVEST

A FUVEST conseguiu criar uma aura de respeitabilidade e temor. Nunca sei se os vestibulando tem mais medo ou respeito por este vestibular, mas é fato que depois que ele passa todos respiram mais aliviados.
Do ponto de vista prático, da prova em si, já disse antes: não considero uma prova muito bonita. O pessoal andou fazendo umas mudanças, mas nada que mudasse profundamente. Aliás, como deveria ser mudado.
A prova deste ano ocorreu ontem, domingo, e exigia que o candidato resolvesse 90 testes de conhecimentos gerais. Em princípio era dito que parte dessas questões seriam interdisciplinares, o que estou procurando até agora.
No que diz respeito à prova de História, está bem melhor que no ano passado. Melhoraram bastante a distribuição temática de modo que tivemos, entre as 10 pergunta: uma questão de Pré-história Brasileira (leitura atenta e raciocínio lógico resolviam); uma de Idade Média (genérica, sem mistério); Idade Moderna contou com duas, uma sobre a Expansão Marítima Portuguesa e o pensamento mercantilista, e outra sobre a escravidão; e a FUVEST gosta tando do tema escravidão que teve mais uma questão, agora no século XIX e que lembrava bastante uma da UNESP; teve uma questão sobre Período Joanino e relações com Inglaterra (voltarei a falar desta questão); muito próxima desta última, que abordava as mudanças da produção e comércio mundiais, uma sobre ferrovias (achei meio chatinha de fazer, pois era fácil de se confundir); século XX a dentro, tivemos uma sobre a Revolução de 1930 e, curiosamente, o mesmo tema foi abordado na prova da UNICAMP; e terminamos a prova com uma pergunta sobre Ditadura Militar e outra sobre o Impeachment do Presidente Collor, dois temas que também apareceram no ENEM e na UNICAMP.


Em resumo, ao contrário do ano passado, o vestibular 2012 foi feito para alunos brasileiros! Parabéns, FUVEST!!!!!






Bom, gostaria de aproveitar este post só para apontar uma curiosidade e defender a dedicação aos estudos e a atenção às provas.
Neste ano a questão 73 da prova V dizia:
“Fui à terra fazer compras com Glennie. Há muitas casas inglesas, tais como celeiros e armazéns não diferentes do que chamamos na Inglaterra de armazéns italianos, de secos e molhados, mas, em geral, os ingleses aqui vendem suas mercadorias em grosso a retalhistas nativos ou franceses. (...) As ruas estão, em geral, repletas de mercadorias inglesas. A cada porta as palavras Superfino de Londres saltam aos olhos: algodão estampado, panos largos, louça de barro, mas, acima de tudo, ferragens de Birmingham, podem-se obter um pouco mais caro do que em nossa terra nas lojas do Brasil.”
[Maria Graham. Diário de uma viagem ao Brasil. São Paulo: Edusp, 1990, p. 230 (publicado originalmente em 1824). Adaptado.] 
Esse trecho do diário da inglesa Maria Graham refere-se à sua estada no Rio de Janeiro em 1822 e foi escrito em 21 de janeiro deste mesmo ano. Essas anotações mostram alguns efeitos
a) do Ato de Navegação, de 1651, que retirou da Inglaterra o controle militar e comercial dos mares do norte, mas permitiu sua interferência nas colônias ultramarinas do sul.
b) do Tratado de Methuen, de 1703, que estabeleceu a troca regular de produtos portugueses por mercadorias de outros países europeus, que seriam também distribuídas nas colônias.
c) da abertura dos portos do Brasil às nações amigas, decretada por D. João em 1808, após a chegada da família real portuguesa à América.
d) do Tratado de Comércio e Navegação, de 1810, que deu início à exportação de produtos do Brasil para a Inglaterra e eliminou a concorrência hispanoamericana. e) da ação expansionista inglesa sobre a América do Sul, gradualmente anexada ao Império Britânico, após sua vitória sobre as tropas napoleônicas, em 1815.
e) da ação expansionista inglesa sobre a América do Sul, gradualmente anexada ao Império Britânico, após sua vitória sobre as tropas napoleônicas, em 1815.
Questão sem muito mistério, precisava ficar atento às datas para evitar confusões e lembrar que com a Abertura dos Portos, em 1808, e o Tratado de Comércio e Amizade com a Inglaterra, em 1810, o mercado brasileiro foi invadido pelos produtos da maior potência industrial e comercial da época, e aliada histórica de Portugal. Resposta C.

Agora, vejam esta questão, da 2a. Fase da FUVEST de 1993 e que eu já usei em provas da 2a. série do Ensino Médio:
"As ruas estão, em geral, repletas de mercadorias inglesas. A cada porta as palavras SUPERFINO DE LONDRES saltam aos olhos: algodão estampado, panos largos, louça de barro, mas, acima de tudo, ferragens de Birmigham, podem ser obtidas nas lojas do Brasil a um preço um pouco mais alto do que em nossa terra."

Esta descrição das lojas do Rio de Janeiro foi feita por Mary Graham, uma inglesa que veio ao Brasil em 1821.
a) Como se explica a grande quantidade de produtos ingleses à venda no Brasil desde 1808, e sobretudo depois de 1810?
b) Quais os privilégios que os produtos ingleses tinham nas alfândegas brasileiras?
Oh!!! Mas é o mesmo texto e a mesma questão? Sim, senhores! Só a questão B é que pedia para nomear as vantagens alfandegárias da Inglaterra que chegavam a ser maiores que às oferecidas aos produtos portugueses.
'Bora estudar, rapaziada!

Para quem não viu a prova, clique AQUI.
Gabarito oficial, clique AQUI.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Domingo é dia de...



Domingo é dia de FUVEST!!
Como você já teve oportunidade de errar nos outros vestibulares, agora não tem mais desculpa. Na dúvida, verifique logo abaixo se não está esquecendo nada:

  • Local da prova AQUI
  • Documento de Identidade (RG)
  • Caneta esferográfica (azul ou preta)
  • Lápis nº 2 
  • Borracha
  • Chegar até 12:30


Não levar celular!! 


Boa sorte!


segunda-feira, 21 de novembro de 2011

A vez da PUC-SP

Temporada de vestibulares é assim mesmo, cada final de semana tem um. Se você optou por prestar o maior número possível pensando em aumentar suas chances, prepare-se para ficar esgotado em janeiro quando tudo terminar.
Ontem, domingo, foi dia de PUC-SP. Mais uma prova com modelo diferente: 45 testes, 5 questões dissertativas interdisciplinares e uma redação. Indo direto ao ponto, temos para comentar as 5 questões de múltipla escolha de história e a dissertativa de história & geografia.
Eu li na internet que o cursinho ETAPA elogiou a seção de história. Eu não compartilho da mesma opinião. É verdade que as 5 questões foram variadas, cobriram grande parte do conteúdo e de forma ampla, e também reconheço o desafio de se formular apenas 5 testes para um currículo tão vasto. No entanto, pessoalmente, me pergunto sobre os critérios utilizados.
Começamos por Guerras Púnicas! Não perguntou-se sobre as instituições da República ou do Império, nem sobre a relação plebeus e patrícios, mas sobre a expansão da República Romana a partir da guerra contra Cartago. Na minha opinião um detalhe que ganhou atenção demais numa prova de 5 questões.
A questão seguinte era sobre colonização portuguesa na América. Temática clássica, texto idem. E bastava ter uma leve noção, já que a leitura do texto dava ao aluno condições de responder com tranquilidade.
Na sequência mais um texto, desta vez uma declaração do Partido Democrático (PD) de 1932.
“A revolução não se fez para assumir a tutela da Nação senão para entregar à Nação o governo de si mesma. Se a Nação entender, pelo voto de seus genuínos representantes, organizar-se antes de um modo do que de outro, devemos nos inclinar diante de sua soberania. Podemos e devemos instruir o povo, convertendo-o às ideias que nos parecem mais acertadas; mas não é lícito impor-lhe o nosso pensamento e vontade. Seria o despotismo. O Partido Democrático não pode desviar-se desta linha. No frontispício de seu programa, como a doirar a cúpula dos compromissos assumidos, figura a bela tricotomia americana do governo do povo, pelo povo e para o povo.”
(Declaração do Partido Democrático de São Paulo, 13 de janeiro de 1932, in Déa Ribeiro Fenelon (org.). 50 textos de história do Brasil. São Paulo: Hucitec, 1986, p. 152-153.)
Esta questão tinha uma armadilha que era localizar com segurança qual era a "revolução" citada. A data do documento induz a pensar na Revolução Constitucionalista de 1932, mas esta ocorre meses depois e por causa do descontentamento com a Revolução de 1930 que acabou com o domínio da oligarquia paulista e levou Getúlio Vargas ao poder. Era necessário também que o aluno lembrasse que o PD apoiou a Aliança Liberal contra os cafeicultores paulistas e o candidato do então Presidente Washington Luis em nome do voto secreto e contra as manipulações eleitorais. Mas acabou se desiludindo com o Governo Provisório de Vargas e unindo-se ao PRP na Frente Única Paulista em 1932.
Em seguida havia uma questão com uma charge razoavelmente conhecida. Ela consta do nosso Livro Didático e foi questão de prova substitutiva neste ano. A imagem mostra o insólito "casamento" entre Hitler e Stálin, fina ironia por conta do Pacto Germano-Soviético de Não Agressão assinado em 1939, início da Segunda Guerra Mundial.
Por fim, uma questão puramente interpretativa sobre os anos 70, com texto da Maria Rita Kehl. Não havia mistério, apenas pedia-se leitura atenta. Quem fez o mini-curso de História e Futebol ainda teve uma vantagem, já que o Renatão fez uma exposição sucinta sobre o período bem ao estilo do texto.
Eu senti, confesso, falta de alguns temas. Não não se falou de escravidão ou qualquer outro tipo de mão de obra, não se falou de cultura brasileira e alguns devem ter estranhado a ausência de uma questão com História Medieval. Nem a questão dissertativa consertou isso, apesar de ter apresentado uma proposta interessante - urbanização -  unindo aspectos históricos e geográficos. Aliás, questão bem tranquila esta!


Para quem não fez e quer dar uma conferida, clique AQUI.
Veja também o gabarito AQUI.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Unicamp 2012: comentários

No domingo último, dia 13, ocorreu a primeira fase do vestibular Unicamp 2012. O atual formato teve início no ano passado e aproximou a prova de seleção da tendência já sinalizada pelo ENEM: exigência de conhecimentos transversais, habilidades que vão além da simples "decoreba", interpretação de textos e questões que não desprezam a bagagem dos alunos. Considerando que a Unicamp já possuia uma tradição em fazer provas bem feitas, não é de se surpreender com a qualidade da atual.
Uma das mudanças instituídas no ano passado foi a redação, ou melhor, as redações: agora são 3 propostas diferentes, mas que guardam um certo diálogo entre si. Eu, particularmente, adorei as deste ano. Temas atuais que exigiam formatos que, ao mesmo tempo, pediam o domínio da técnica, mas saía daquele formato quadrado dissertação-narração-carta. Vale a pena conferir!
Com relação as questões de História, tivemos uma prova balanceada contemplando inúmeros temas: história dos povos árabes (na África), moderna (renascimento e reformas religiosas; e iluminismo), contemporânea com ênfase em geopolítica (Conflito Israelo-Palestino), Brasil Colônia (emboabas), Brasil Império (guerra do Paraguai) e Brasil recente (Diretas Já!).
Ainda assim, me surpreendeu a falta de alguns temas, como África Negra, escravidão no Brasil, América Latina e anos 1940-1950 (Brasil e Mundo). Mas sabemos que não dá pra colocar tudo em cerca de 9 questões.
Gostaria de chamar a atenção para alguns detalhes:
1. A questão sobre a Guerra do Paraguai apresentou exatamente o mesmo texto trabalhado pela 2a. série neste bimestre. Faz parte do nosso livro didático e foi alvo de um trabalhinho.
2. O trecho do Contrato Social de Rousseau serviu a duas questões, uma de cunho mais filosófica e outra de inserção da filosofia em seu contexto histórico, como deve ser.
3. Por fim, comento uma questão em particular.

(Questão 38 da prova Y)

“Ninguém é mais do que eu partidário de uma política exterior baseada na amizade íntima com os Estados Unidos. A Doutrina Monroe impõe aos Estados Unidos uma política externa que se começa a desenhar. (…) Em tais condições a nossa diplomacia deve ser principalmente feita em Washington (...). Para mim a Doutrina Monroe (...) significa que politicamente nós nos desprendemos da Europa tão completamente e definitivamente como a lua da terra.”
(Adaptado de Joaquim Nabuco, citado por José Maria de Oliveira Silva, “Manoel Bonfim e a ideologia do imperialismo na América Latina”, em Revista de História, n. 138. São Paulo, jul. 1988, p.88.)
Sobre o contexto ao qual o político e diplomata brasileiro Joaquim Nabuco se refere, é possível afirmar que:
a) Joaquim Nabuco, em sua atuação como embaixador, antecipou a política imperialista americana de tornar o Brasil o “quintal” dos Estados Unidos.
b) A Doutrina Monroe a que Nabuco se refere, estabelecida em 1823, tinha por base a ideia de “a
América para os americanos”.
c) Ao declarar que a América estava tão distante da Europa “como a lua da terra”, Nabuco reforçava a necessidade imediata de o Brasil romper suas relações diplomáticas com Portugal.
d) O pensamento americano considerava legítimas as intenções norte-americanas na América Central, bem como o apoio às ditaduras na América do Sul, desde o século XIX.

Resolução:
Considero que esta era a questão mais complexa da prova, pois exigia o domínio de ao menos dois momentos históricos distintos: um sobre a Doutrina Monroe e outro sobre Joaquim Nabuco. É claro que se aluno soubesse exatamente a data da Doutrina e seu lema mataria a resposta, mas considerando o contrário, seria preciso localizar de quando é a fala de Nabuco.
A Doutrina Monroe já foi discutida por aqui em outro post e outro contexto, mas vale repetir um trecho definidor da fala do presidente estadunidense James Monroe em 1823:

Julgamos propícia esta ocasião para afirmar, como um princípio que afeta os direitos e interesses dos Estados Unidos, que os continentes americanos, em virtude da condição livre e independente que adquiriram e conservam, não podem mais ser considerados, no futuro, como suscetíveis de colonização por nenhuma potência européia (…)


Formulada no início do século XIX, ou seja, bem antes de os EUA virarem uma potência mundial, a Doutrina tinha como objetivo diminuir, senão impedir, o assédio imperialista europeu no continente Americano após a independência de quase todos os territórios que antes haviam sido colonizados por países do Velho Mundo.
Na imagem, Tio Sam barra a Inglaterra e a Alemanha
Nabuco, por sua vez, fala da virada do século XIX para o XX, momento em que o imperialismo comercial inglês, francês e alemão era extremamente forte na América Latina e especialmente no Brasil. Sua defesa era de se fazer frentes à Europa seguindo o lema "a América para os americanos", de Monroe, ou seja, aumentando independência da diplomacia brasileira em relação à Inglaterra, por exemplo.
Era importante, para esta questão, esquecer os EUA pós-Segunda Guerra Mundial, quando, já uma potência, o lema acaba tendo uma conotação bem negativa: "A América para os americanos do norte", por assim dizer. E aí sim, a fala de Nabuco pareceria entreguista.

Resposta: B

Para quem não viu a prova toda, clique AQUI
O gabarito se encontra AQUI


terça-feira, 8 de novembro de 2011

Vestibular UNESP 2012

Neste domingo passado, dia 6, tivemos a prova para ingresso na UNESP. Foram 90 questões de múltipla escolha, sendo 30 para cada uma das áreas abaixo:

  • Linguagens e códigos: elementos de língua portuguesa e literatura, língua inglesa, educação física e arte;
  • Ciências Humanas: elementos de história, geografia e filosofia;
  • Ciências da Natureza e Matemática: elementos de biologia, química, física e matemática.
Da parte que me toca, gostei das questões de História. Bem distribuídas quanto aos temas, tivemos quase uma pergunta para cada período histórico (nacional e geral) e a presença da História Afro-Brasileira. A prova também privilegiou o trabalho com textos o que é sempre uma faca de dois gumes: por um lado, exigia do aluno apenas bom domínio da leitura e interpretação, por outro, deixava o exame mais longo.
Não pretendo corrigir cada uma das questões aqui, mas o aluno Felipe Avilez manifestou uma dúvida pelo Twitter, portanto, lá vamos nós. Se entendi corretamente, a dúvida era com relação à questão 37.

Enunciado:
A tabela contém dados extraídos de A formação do capitalismo dependente no Brasil, 1977, de Ladislau Dowbor, que se referem ao preço médio de um escravo (sexo masculino) no Vale do Paraíba.

Ano
Preço (mil réis)
1835
375
1845
384
1855
1.075
1865
972
1875
1.256

Indique a alternativa, que pode ser confirmada pelos dados apresentados na tabela.

(A) A comercialização interna de escravos permitiu que os preços se mantivessem altos na primeira metade do século XIX.
(B) A Lei do Ventre Livre, de 1871, foi a principal responsável pela diminuição no número de escravos e pela redução dos preços.
(C) A grande imigração, a partir de 1870, aumentou o uso de mão de obra escrava e provocou redução nos preços.
(D) A proibição do tráfico de escravos, em 1850, provocou sensível aumento nos preços, pois limitou drasticamente o ingresso de africanos.
(E) A aplicação da tarifa Alves Branco, em 1844, aumentou os impostos de importação, dificultou o tráfico de escravos e provocou elevação nos preços.

Resolução:
Esta questão é relativamente simples, mas exigia ao menos 3 habilidades. Era necessário saber ler a tabela e até mesmo imaginar um gráfico com a oscilação do preço dos escravos. Temos o valor praticamente estável entre 1835 e 1845, com um incrível aumento do preço em 1855. Afora a acomodação ocorrida em 1865, o preço médio do escravo continua subindo em 1875. Em um segundo momento era fundamental saber quais variáveis interferem a fixação de um preço: regrinha básica da oferta e procura. Ou seja, ou muita gente estava procurando por mão de obra cativa ou estava faltando escravos no mercado, ou ambos! No terceiro momento era necessário lembrar que a proibição do tráfico atlântico de escravos ocorreu em 1850, com a Lei Eusébio de Queiróz. Logo, houve uma queda abrupta da oferta de "mercadoria" justificano a escalada dos preços.
Alternativa D



Para quem não fez a prova e quer dar uma olhada,clique AQUI.
Para quem fez e quer conferir o gabarito,clique AQUI.


Se houvermais alguma questão com dúvida é só deixar um comentário logo abaixo.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Atendendo a pedidos

Comentei hoje em aula sobre o recém divulgado ranking das 200 melhores universidades da América Latina segundo a QS. Minha ideia era só informar a respeito da presença maciça de instituições brasileiras, sendo a maioria universidades públicas. Mas como é comum, o rumo da prosa foi bem além do esperado.
Acabei espantado com quase necessidade que boa parte dos alunos têm em consultar ranking para certificarem-se que estão fazendo uma boa escolha.
Retomando o que foi dito em sala, cada organização que desenvolve um ranking cria sua própria metodologia e seus critérios. Por mais que quase todos adotem produção científica e citações como métrica, os resultados podem variar. A lista elaborada pela organização espanhola CSIC, por exemplo, utiliza apenas a produção on-line. Ou seja, quem não está em peso na internet sai perdendo.

Consulte AQUI o ranking das universidades brasileiras segundo o CSIC.

Eu pessoalmente não gosto de ranking deste tipo. Eles costumam acabar com as particularidades, com os detalhes e, via de regra, só "ajudam" quem não precisa de ajuda: os primeiros colocados.
No caso brasileiro temos a avaliação pelo Ministério da Educação. Na verdade, trata-se de uma certificação acompanhada por um verificação de qualidade. Em tese, seria ótimo que todo mundo desse uma olhada se o curso que escolheu está em dia com suas questões legais para evitar ficar sem diploma depois de 4 anos de estudos.
Como não se trata de um ranking a consulta é por curso dentro de cada instituição. Então, gaste alguns minutinhos verificando todas as informações.

Consulta ao e-MEC

Afora todas as polêmicas a respeito dos critérios de avaliação do MEC, ainda acho mais garantido que ficar consultando guias comprados em banca de jornal.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Das efemérides

Palavrinha estranha esta. Efemérides vem tanto do grego quanto do latim. Os gregos entendiam por este termo algo relativo ao cotidiano, ao dia a dia, ou à lembrança desse acontecimento, enquanto que o romanos deram outro entendimento, mais prático. Para estes as efemérides eram o registro diário dos acontecimentos, um memorial. De modo que este movimento de anotar os acontecimentos para futura lembrança está profundamente ligado à ideia do cronista.
Veja, a crônica atualmente é um gênero literário, mas que ainda guarda algo de seu sentido original. Seu radical vem de cronos, ou seja, tempo. Assim, o cronista era aquele encarregado de anotar as efemérides, os acontecimentos do dia a dia. Claro que não se tratavam de quaisquer acontecimentos, mas particularmente os ligados aos reis e demais figuras públicas de importância social incontestável. Justamente por isso que o cronista, visto como o avô dos historiadores, foi caindo no esquecimento. Hoje em dia anotar apenas os acontecimentos ligados aos poderosos não interessa à história.
Contudo, ainda temos algo destas épocas, uma mania em rememorar grandes marcos, em quase comemorar ou celebrar de tempos em tempos algum evento entendido como importante. Quem mais gosta de efemérides nos dias atuais e no universo dos estudantes é, sem dúvida, o vestibular.
Os vestibulares adoram lembrar "grandes eventos" e aproveitar esta lembrança nas provas de história. Tanto é que a maior parte dos professores veste sua fantasia de vidente e tenta adivinhar entre as inúmeras possibilidades, o que será alvo da FUVEST, ou da Unicamp, ou...
Nós temos neste ano, por exemplo, 50 anos da Construção do Muro de Berlim, 50 anos da Renúncia do Presidente Jânio Quadros, mas, mais recente, temos os 10 anos do 11 de setembro.

Foto: Steve Ludlum/The New York Times
O "11 de setembro" é daqueles acontecimentos que se transformaram em marco instantâneo. Todos foram unânime em dizer que o mundo mudara depois dos atentados às Torres Gêmeas. Avaliações que variaram entre alarmismo, desespero e precipitação se espalharam pelo mundo nos anos seguintes. A verdade é que ainda estamos um pouco longe de reflexões mais equilibradas e despidas de tanta paixão, mas 10 anos depois muita coisa já emergiu daquele primeiro oceano de islamofobia, de guerra ao terror e violência como resposta à violência.
Por isso, recomendo a leitura do Especial 11 de Setembro do Estadão. Vídeos, reportagens, comentários, fotos, podcasts, infográficos compõem este esforço de dar conta de toda a complexidade decorrente de um evento que durou algumas horas e impactou a todos por anos (até o momento, por 10 anos).




P.S. É claro que vocês podem ler qualquer outro "especial". Ou melhor, o ideal seria ler mais de um. por isso, Vejam ainda:

FOLHA
BBC
VEJA

A Carta Capital parece não ter feito um "especial" num único link, mas há muitos artigos, reflexões e comentários interessantes.
O mesmo acontece com a Le Monde Diplomatique Brasil, mas a busca por 11 de setembro trás artigos antigos muito bons.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Unesp

A Universidade Estadual Paulista (UNESP) abre hoje as inscrições para o vestibular 2012. São oferecidas 156 opções de carreiras em 19 campi espalhados pelo Estado de São Paulo e a seleção dos candidatos é feita por meio de provas em duas fases:
1a. Fase: 6 de novembro
2a. Fase: 18 e 19 de dezembro

Maiores detalhes no Manual do Candidato AQUI


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Para anotar na agenda!

Início das inscrições para o vestibular da FUVEST, hoje, dia 26 de agosto, pela internet. 
As inscrições vão até o dia 9 de setembro. Não deixe para o último minuto!!

Cole na geladeira!!!

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Simulados, testes e estudos em geral

Não sou de ficar fazendo propaganda por aí, mas também não vou deixar de passar boas informações para frente.
Vi e gostei do trabalho do IgEduca, o portal de educação do IG. Para quem se propôs a ralar em casa e a estudar diariamente, pode ser uma ótima ajuda. Tem de roteiros de estudo a questões de vestibulares passados, todas corrigidas e comentadas.
Dá uma conferida, não custa nada mesmo. Mais material para estudar nunca é ruim!

Vestibular Unicamp 2012

Começaram hoje as inscrições para o Vestibular Unicamp 2012.
As inscrições poderão ser feitas até o dia 23 de setembro, exclusivamente pela internet!



Organize-se:
1a. Fase: 13 de novembro de 2011
2a. Fase: 15, 16 e 17 de janeiro de 2012.