quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Pra anotar na agenda

Na próxima semana começa a RECUPERAÇÃO do 4o. Bimestre. Como nesta última etapa os plantões e provas acontecerão durante o horário normal de aula, é importante a gente se programar.
Para tirar dúvidas basta me procurar no período de aula (segunda, terça e sexta-feira).

Mas as datas das PROVAS são as seguintes:
3a. série: 30.11 (terça-feira), na 7a. aula
2a. série: 03.11 (sexta-feira), na 6a. aula

Depois disso ainda temos os exames finais...

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Férias escolares?

Só mais tarde.
Se você já fez todas as provas, recuperações e exames possíveis, calma, ainda pode ter de refazer o ENEM.

Nova prova do Enem será aplicada dia 15 de dezembro, afirma Inep

Roteiro de Recuperação - 4o. Bimestre

2a. série

Serão objeto da Recuperação apenas 2 (dois) temas fundamentais para os conteúdos que serão abordados na 3ª série:

• Imperialismo e Neocolonialismo: Cap. 6, unidade 4, p. 331-344
• EUA no século XIX: Cap. 7, unidade 4, p. 347-359

Recomenda-se a resolução dos seguintes exercícios do livro didático:
p. 344-346: 1, 2, 4, 5, 6 e 11.
p. 360-361: 1, 3, 6 e 9.


3a. série

Serão objeto da Recuperação os mesmos temas abordados na prova bimestral, pois abordam conteúdos importantes tanto para a formação pretendida com o Ensino Médio quanto o esperado para o vestibular.


• A 2a. Guerra Mundial: cap. 38, unidade 5, p. 446-458.
• O regime liberal populista, cap. 40, unidade 5, p. 476-486.
• Da Guerra Fria ao início do Novo Século, cap. 41, unidade 5, p. 491-502.

Recomenda-se a resolução dos seguintes exercícios do livro didático:
p. 592-601: 9, 10, 11, 13, 17, 32, 44, 45, 46, 47, 48, 50, 51, 53.



ATENÇÃO!!
O princípio do plantão de dúvida é solucionar dificuldades apresentadas ao longo do bimestre e de seus estudos prévios. Portanto, estude antecipadamente e traga os exercícios resolvidos para o plantão.

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Unicamp

Para quem vai prestar o vestibular da Unicamp neste domingo, dia 21, apenas duas palavrinhas:

BOA SORTE!

Qualquer dúvida quanto ao local de prova, o que levar, etc., veja AQUI.

Origem das palavras

Não sei vocês, mas eu sempre me divirto quando ouço alguma expressão indígena ou de outra cultura tradicional em filmes. Qualquer palavrinha significa toda uma expressão mais ou menos complexa, um raciocínio contido em algo tão simples.
Paranapiacaba, por exemplo, hoje distrito de Santo André, foi construída como vila inglesa da ferrovia Santos-Jundiaí. Para fazer a subida da Serra do Mar era necessário um sistema de cabos de aço para içar o trem. A palavra que dá nome ao local é tupi e quer dizer "ponto do qual se vê o mar". Aliás, mais preciso é impossível, pois realmente se vê o mar!
Bom, tudo isso para dizer que nesta semana a professora Patrícia que leciona história para o Ensino Fundamental me disse que um aluno havia perguntado se era verdade que emboaba dizia respeito às botas dos portugueses, ou algo assim.
América Portuguesa e suas Capitanias até 1709

Para quem não se lembra, a Guerra dos Emboabas foi um conflito ocorrido entre 1707 e 1709 na região que hoje é Minas Gerais. Os bandeirantes vicentinos, isto é, da Capitania de S. Vicente (hoje São Paulo), descobriram ouro naquela região, despertando o interesse de outros portugueses, do Reino e da América. Explicando melhor, tanto os portugueses de Portugal quanto os baianos e pernambucanos (também portugueses, pois tudo era parte do Reino de Portugual) rumaram para a recém "descoberta" região mineradora. O que aconteceu foi até um pouco previsível, uns dizendo "eu vi primeiro" e outros "também tenho direito a ficar rico". Em resumo, saíram na mão e de uma forma tão violenta que a Coroa portuguesa teve de intervir, criando uma nova Capitania e mandando todo um aparato de fiscalização e controle. Para se ter ideia, o rio que corta a região é chamado até hoje de Rio das Mortes.
E de onde vem a palavra Emboabas? Há duas "teorias". Uns dizem que se deve às botas e proteções para as canelas que os "de fora" usavam. Assim, os forasteiros pareciam com uma ave de pernas cheias de penas de nome emboaba. Até faz sentido se lembrarmos que os paulistas, bandeirantes de longa data, já haviam incorporado elementos indígenas e consideravam as roupas portuguesas pouco práticas. Gibão acolchoado, botas longas, casacos, tudo isso não combinava com o ambiente tropical da região.
Imagem consagrada do bandeirante,
hoje se sabe que não é real

Por outro lado, o Dicionário Houaiss oferece outra origem etimológica. Ele destaca que a origem é controversa e talvez venha do tupi mbo'aba "fazer que se ofenda, mover agressão, agredir". Ou seja, não seria um epíteto, um apelido para um indivíduo, mas para um grupo: aqueles que agrediram ou provocaram. O que também faz muito sentido, já que eram os portugueses de fora da Capitania de S. Vicente os chamados de emboabas e tidos como agressores.






Para ler +

Na região dos Emboabas, poucos marcos remetem hoje ao episódio histórico ocorrido há 300 anos. No imaginário popular, persistem as lendas

Amor à terra?
Sempre considerada um levante nativista, a Guerra dos Emboabas, na verdade, opunha dois grupos que queriam as mesmas coisas: ouro e poder político




quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Uma opinião interessante

Na Idade Média, a primeira parte do ensino universitário era composta pelo trivium, conjunto de três disciplinas básicas: gramática latina, lógica e oratória. Lembrando que a lingua culta durante a medievalida e até próximo da Idade Contemporânea era o latim, de modo que aprender gramática latina era fundamentalmente aprender a escrever corretamente. A lógica pode ser entendida como princípio básico da filosofia, o próprio exercício do raciocíonio coerente. Por fim, a oratória ou retórica é a arte de bem dizer, da eloquência. Em outras palvras, para bem argumentar, discutir e, na verdade, se comunicar, são necessárias essas três "qualidades": linguagem correta, pensamento lógico e capacidade de se expressar com clareza. Não aprendemos mais segundo o trivium, porém as necessidades continuam as mesmas, seja na escola (muitos alunos dominam o assunto, mas não conseguem se expressar numa prova), seja no trabalho (reuniões, exames, apresentações, entrevistas, etc).
Eu me lembrei de disto ao ler a coluna do articulista da Folha de S. Paulo, Hélio Schwartsman. Nem sempre concordo com as opiniões dele, mas é inegável o domínio que ele tem da linguagem, da lógica e da oratória. Para que vocês possam ter uma ideia mais precisa do que estou falando, leiam o texto abaixo. Além de exemplo ainda serve como informação, pois discute um dos assuntos mais quentes (e chatos!) do momento: o ENEM e seu funcionamento.

Justiça ainda não entendeu o que é o Enem

Os chamados operadores do direito (advogados, juízes, promotores, procuradores etc.) ainda não entenderam bem o que é o Enem. Se tivessem compreendido, não teriam pedido --e nem concedido-- a suspensão do exame, por desnecessária.
É fato que, pelo segundo ano consecutivo, os organizadores da prova cometeram erros. Isso depõe contra a capacidade gerencial do Ministério da Educação (MEC) e dos consórcios que confeccionam os testes, mas não afeta os modelos matemáticos que sustentam a Teoria de Resposta ao Item (TRI), na qual o Enem se baseia.
Desenvolvida nos anos 50 e 60, a TRI torna possíveis testes mais refinados, que permitem comparar alunos submetidos a provas diferentes e a performance de uma mesma instituição ao longo dos anos. Assim, em vez de anular os exames de mais de 3 milhões de estudantes, basta que o MEC ofereça gratuitamente aos cerca de 20 mil alunos que podem ter sido prejudicados a oportunidade de fazer uma nova prova nas próximas semanas.
Embora seja "apenas uma teoria" a TRI é usada há décadas com bastante sucesso em provas já consagradas como o SAT (o Enem dos EUA) e o Pisa (usado para comparar sistemas de ensino de diferentes países). A ideia central da TRI em sua versão mais simplificada é que cada questão ou item possui duas características especialmente relevantes: o grau de dificuldade e o de discriminação.
(CONTINUA, e fica ainda mais interessante.)

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Ainda o ENEM

Não deixem de acompanhar as decisões do Ministério da Educação, do Inep e da Justiça Federal a respeito do ENEM. Eu sugiro que leiam os jornais e acompanhem as resoluções oficiais pelo site do próprio ENEM. Mas se ainda restarem dúvidas deem uma olhada neste post do blog Fovest, da Folha de S. Paulo. Acho que pode ser útil. Por meio de perguntas e respostas eles explicam como o aluno que preencheu o cartão-resposta da primeira prova (dia 6) seguindo o cabeçalho deve proceder.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

É festa!

Eu adoro livros. Gosto de ler e gosto de ter. Fico encantado diante de uma bela biblioteca ou uma mega livraria cheia de gente folheando exemplares os mais variados. Mas para mim os livros também são instrumento de trabalho, preciso dos livros para consultas ou para me manter atualizado. O problema é que nem sempre é barato ter livros, ainda mais quando se quer ter muitos.
Por isso passo o ano esperando a data da Festa do Livro da USP.
Todo ano rola uma mega feira (com cara de feira mesmo, com barraquinhas) com editoras as mais variadas oferecendo pelo menos 50% de desconto nos livros. Sim, 50%! Praticamente qualquer livro fica com preço de um título de bolso.
As editoras universitárias sempre comparecem, mas elas têm muitos livros acadêmicos. O público em geral acaba aproveitando pouco. Mas outras, como a Cosac&Naify, 34, Global possuem desde literatura (prosa e poesia) até artes visuais. Se divulgarem as editoras eu posto por aqui.
Para quem gosta e não tem dó (?) de gastar dinheiro com livros, fica aqui a sugestão. O horário é amplo e o evento é daqui a 1 semana. É longe do Ipiranga, eu sei, mas não é difícil de chegar.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Guerras e mais guerras

Um maluco (ou maluca), no bom sentido, resolveu montar um vídeo que reunísse as guerras e batalhas mais importantes nos últimos dez séculos. Isso, desde o ano 1000 até, mais ou menos, os tempos atuais. Isso tudo em menos de 5 minutos sinalizado com explosões no mapa mundi, sendo que o tamanho de cada explosão teria a proporção dos mortos em cada batalha. Para ficar mais interessante, um trilha sonora bem belicista: "A marcha das Walkírias", de Richard Wagner.



É bom lembrar que nem todas as guerras estão presentes e que a seleção é beeeem eurocêntrica. A América Latina praticamente não existe, a África e boa parte da Ásia são ignoradas por longos períodos. Mas, ainda assim o vídeo é ilustrativo.
Como morreu gente ao longo dos tempos!!!

Alguém vai tentar acompanhar a cronologia?

domingo, 14 de novembro de 2010

FUVEST

Pessoal,
A FUVEST está chegando e para muita gente isto é motivo de calafrios. A verdade é que, nesta altura do campeonato, ou se está preparado ou desencana. Cruel? Talvez, mas é sincero. O que se pode fazer agora é uma auto-avaliação para tentar identificar suas maiores fragilidades. Assim seria possível nestes últimos 14 dias antes da prova, corrigir alguns detalhes.
Para isso vale a pena dar uma olhadinha neste simulado que anualmente a Folha de S. Paulo prepara.
Boa resolução para todos!

Simulado AQUI.

As respostas você pode conferir AQUI.



Antes que me acusem de fazer propaganda da Folha, se alguém souber de outro simulado on-line me avise que eu posto aqui.